Saúde

Neuromodulação: a técnica que ganha espaço no tratamento de ansiedade, TDH e dores crônicas

Procedimento usa estímulos elétricos de baixa intensidade para ajudar a modular a atividade do cérebro e melhorar as funções cerebrais

Por Liriane Rodrigues

Casos de depressão, transtornos de ansiedade, TDAH e insônia podem ser tratados de maneira complementar com uma técnica que vem ganhando espaço na área da Saúde. Este episódio do quadro Minuto Saúde apresenta a Neuromodulação não invasiva, que utiliza estímulos elétricos de baixa intensidade para ajudar a modular a atividade do cérebro e melhorar as funções cerebrais.

Quem explica é a Dra Honata Santiago, fisioterapeuta há 15 anos. A profissional tem especialização em Disfunções de face, cabeça e pescoço e em Neuromodulação não invasiva, técnica com a qual trabalha há oito anos em Leopoldina.

“A Neuromodulação não invasiva é uma técnica que tem como objetivo modificar e melhorar o funcionamento cerebral. Utilizamos de estímulos elétricos de baixa intensidade, de forma controlada, posicionando eletrodos em regiões específicas do couro cabeludo”, explicou a fisioterapeuta.
Indolor e não invasivo, o tratamento não possui um protocolo único para todos os pacientes. A quantidade e a frequência das sessões são definidas a partir das necessidades de cada um.

Foto: Divulgação

“A Neuromodulação não é uma receita pronta. Essa técnica é baseada em evidência científica e cada plano de tratamento é montado de acordo com a individualidade e objetivo de cada paciente”, destacou a Dra Honata Santiago.

Além disso, a Neuromodulação não invasiva pode ser usada no tratamento de outras condições que afetam a qualidade de vida das pessoas, como dores crônicas e enxaqueca.

A técnica é complementar e não substitui remédios prescritos por médicos, no caso dos pacientes que fazem uso de medicação.

Confira a reportagem completa abaixo:

Últimas Publicações

Você não pode copiar conteúdo desta página