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Evento em Leopoldina vai debater prevenção ao suicídio, que leva a uma morte a cada 46 minutos no Brasil

Pesquisas mostram que 90% dos casos poderiam ser evitados com apoio adequado, tratamento e políticas públicas eficazes. Tema será abordado em encontro na Câmara Municipal

Por Redação – Bom Dia Leopoldina

Estimativas apontam que, no Brasil, uma morte por suicídio ocorre a cada 46 minutos. No mundo, mais de 700 mil pessoas morrem por suicídio todos os anos, de acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS). Apesar desses números preocupantes, pesquisas mostram que 90% dos casos poderiam ser evitados com apoio adequado, tratamento e políticas públicas eficazes.

Para conscientizar a população sobre a prevenção do suicídio, é realizada, neste mês, a campanha Setembro Amarelo, criada em 2015 e coordenada no Brasil pela Associação Brasileira de Psiquiatria, em parceria com o Conselho Federal de Medicina. Desde então, diversas instituições públicas e privadas se unem em ações voltadas à promoção da saúde mental e ao combate ao estigma que ainda cerca o tema.

Aqui em Leopoldina, dentro das ações de valorização da vida, a Câmara Municipal realizará no próximo dia 29 de setembro, segunda-feira, às 19h, um evento aberto ao público, que contará com a participação das psicólogas Laura Monteiro Junqueira, mestre em Psicanálise e diretora de Saúde Mental do município desde 2021, e Marilda Rosa de Melo Freitas, psicanalista, musicista e musicoterapeuta.

Com o tema “Cuidar da vida é prioridade”, a palestra pretende promover reflexões sobre saúde mental, prevenção ao suicídio e a importância de acolher e oferecer apoio a quem enfrenta momentos de fragilidade emocional.

O encontro faz parte das iniciativas da Escola do Legislativo em parceria com a Procuradoria da Mulher. A população está convidada a participar desse momento de diálogo e sensibilização.

A cor amarela, escolhida para a campanha, simboliza luz, vida e esperança, reforçando a mensagem de que falar sobre saúde mental é fundamental para salvar vidas. A campanha estimula o diálogo aberto, o acolhimento às pessoas em sofrimento emocional e o fortalecimento das redes de apoio, envolvendo família, comunidade, profissionais de saúde e instituições públicas.

Disponível também em vídeo: a reportagem completa.

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