Calor intenso coloca animais de estimação em risco, alertam especialistas
Exposição a altas temperaturas pode levar cães e gatos a quadros graves, como desidratação e hipertermia
Por Redação – Bom Dia Leopoldina
Com a chegada do verão, cães e gatos passam a enfrentar maiores riscos à saúde em razão das altas temperaturas. Especialistas alertam que a exposição prolongada ao calor intenso pode provocar desde desconforto até quadros graves, como desidratação e hipertermia.
Entre os principais sinais de alerta estão respiração ofegante e acelerada, língua muito vermelha ou arroxeada, salivação excessiva, fraqueza, vômitos, diarreia, tremores, apatia, diminuição do apetite e a busca constante por locais frescos ou pisos frios. Esses sintomas indicam que o animal pode estar sofrendo com o calor excessivo e necessita de atenção imediata.
Além disso, o verão favorece o aumento de doenças de pele, como dermatites, micoses, sarna e até câncer de pele, bem como a proliferação de parasitas, como pulgas, carrapatos e vermes, que encontram condições ideais para se desenvolver nesta época do ano.
Os passeios também exigem cuidados específicos. Queimaduras nas patas causadas pelo asfalto quente, desidratação, mal-estar e o agravamento de doenças pré-existentes, especialmente cardíacas e respiratórias, estão entre os problemas mais comuns. A orientação é evitar passeios nos horários mais quentes do dia e priorizar locais sombreados e ventilados.
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De acordo com especialistas, medidas simples ajudam a proteger os pets, como garantir acesso constante à água fresca, manter os ambientes bem ventilados, evitar deixá-los em locais fechados sem circulação de ar e observar qualquer alteração no comportamento ou na respiração do animal.
Ao perceber sinais de anormalidade, a recomendação é procurar um médico-veterinário. Com atenção redobrada e cuidados preventivos, é possível garantir a saúde e o bem-estar dos animais durante o período mais quente do ano.
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